terça-feira, 22 de junho de 2010


Um jovem cumpriu o seu dever prestando serviço ao exército e era ridicularizado por ser cristão. Um dia, o seu superior a fim de querer humilhá-lo na frente do pelotão lhe pregou uma peça...

- Soldado Coelho, venha até aqui! - Pois não Senhor.
- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.
- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.
- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o que eu lhe ordenei...
- Mas senhor, eu não sei dirigir!
- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe.

O soldado não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi até o veículo. Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua oração.

"Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre a essas pessoas a sua fidelidade. Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém"

O garoto, manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o seu superior.
Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos...
- O que houve gente? - perguntou o soldado.
- Nós queremos o teu Deus ,Coelho. Como fazemos para tê-lo? - respondeu o superior.
- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas porquê todos decidiram aceitar o meu Deus?
O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o jipe enxugando suas lágrimas.

Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo não tinha nem motor!

DEUS CUIDA DOS SEUS E NÃO PERMITE QUE NINGUÉM NOS HUMILHE.
SEJA VOCÊ TAMBÉM UMA SEMENTE DE JESUS E VOCÊ SEMPRE COLHERÁ O BEM !!!!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Peixe Urbano - Propaganda

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domingo, 16 de maio de 2010

Historinha para refletir


RECONSTRUINDO RUÍNAS

Quando Thomas Carlyle, historiador e ensaista ingles, concluiu o segundo volume de sua História da Revolução Francesa, entregou o manuscrito a John Stuart Mill, para que este fizesse observações. Mill leu o manuscrito e emprestou-o a um amigo, esse amigo deixou-o sobre a escrivaninha certa noite, depois de lê-lo
Na manhã seguinte a empregada, procurando algo com o qual acender o fogo, encontrou a pilha de papéis soltos e, pensando que fossem rascunhos antigos, usou-os para ecender o fogo. Aquilo que havia custado anos de trabalho a Carlyle era cinza agora!!!!
Quando Mill, branco como lençol, relatou a devastadora notícia a Carlyle, este ficou tão atônito com sua perda que não conseguiu fazer nada durante semanas.
Então um dia,sentado diante da janela aberta, remoendo sua terrívelperda,observou um pedreiro reconstruindo uma parede de uma antiga casa. Pacientemente, o homem colocava tijolo sobre tijolo,enquanto assobiava uma alegre melodia.
" Pobre tonto", pensou Carlyle, "como pode estar tão alegre quando a vida é tão fútil?".Depois repentinamente, teve outro pensamento. "Pobre tonto", disse ele a si mesmo, " você está aqui sentado junto a janela, queixando-se lamentando, enquando aquele homem construiu uma casa que durou gerações".
Levantando-se da cadeira, Carlyle começou a trabalhar no segundo rascunho da História da Revolução Francesa. Conforme seu próprio relato, e o daqueles que tiveram a oportunidade de ler ambas as versões da obra, a última foi bem melhor!
Muitas vezes um pequeno sinal, uma palavra, um gesto de alguém, pode ser exatamente o incentivo que precisamos para superar um fracasso na vida.

terça-feira, 27 de abril de 2010

ATOS 4:1-4


" Pedro e João ainda estavam falando ao povo quando chegaram alguns sacerdotes,, o chefe da guarda do Templo e alguns saduceus. Eles ficaram muito aborrecidos porque o dois apostolos estavam ensinado ao póvo que Jesus havia ressuscitado e que isso provava que os mortos vão ressuscitar. Então prenderam os dois e os puseram na cadeia para ficarem lá até o dia seguinte, pois ja era muito tarde. Porém muitas pessoas que ouviram a mensagem creram, e os homens que creram foram mais ou menos cinco mil"

A importancia de falr de Jesus, não importando as consequencias. Pedro e João falaram e foram presos por uma noite, porém o importante foram as vidas salvas. Não se sabe se Pedro e João ficaram sabendo dos 5000 homens salvos naquele dia, mas isso é um incentivo para nós, porque não importa a consequencia, a semente deve ser plantada

pode-se pensar que essa consequencia foi pouca (apenas uma noite na cadei), mas se você ler a bíblia verá que os homens de Deus sofrem consequencias maiores e nem por isso deixam de pregar o Evangelio a toda criatura

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Se pudessem me ouvir


por Central de Notícias em 18/01/2010 às 14:33

2010. Século XX1. Época em que não basta à internet noticiar no exato instante de cada fato. Exige-se que ela adivinhe o futuro! Era de relacionamentos tão virtuais quanto vazios. De uma juventude tão informada quanto desnorteada. Diante do espelho, paro diante de minha geração. Fito nos olhos as pessoas de meu tempo, jovens como eu, e sinto como se me perguntassem: “O que você tem a nos dizer?” Respiro fundo, tomo fôlego e relato o que diria a todos eles, caso pudessem me ouvir.
Se pudessem me ouvir, diria aos jovens que é impossível mudar o mundo inteiro, mas que é possível mudar todo o seu mundo. Este “mundo” é a realidade que está a nosso alcance, até onde podemos influenciar. Diria também que nossos dias precisam de mudança, de pessoas diferentes, e que somos chamados para sê-los.
Se pudessem me ouvir, diria aos jovens que muitas vezes na vida vamos perder, mas não é isso que nos fará derrotados. Importa a forma como reagimos ao caos. Por isso, também diria que não devemos viver como se fôssemos eternos na Terra, pois um dia nosso vigor cessará. Nem sempre seremos fortes e ágeis. Perguntaria o que têm guardado de reserva para o dia mau, e com quem poderão contar quando ele chegar. Diria também que, quando partirmos, não importará tanto o que fizemos, mas o que representamos individualmente para as pessoas.
Se pudessem me ouvir, diria aos jovens que nunca devemos desdenhar do pobre, do fraco ou do velho, pois as voltas que o mundo dá são responsáveis pelas lições mais dolorosas de nossa existência.
Se pudessem me ouvir, diria aos jovens que no futuro vamos olhar para trás e perguntar: “O que fiz dos meus melhores anos?”. Diria que a resposta, não importa qual seja, estamos construindo hoje.
Se pudessem me ouvir, diria aos jovens que felicidade não é chegar a algum lugar, mas estar sempre motivado a chegar, ou seja, não é um estado, mas um caminho.
Se pudessem me ouvir, diria aos jovens que seus pais são as pessoas que mais os ama neste mundo. Diria que jamais desprezem sua velhice, seus cabelos brancos, pois a experiência tem qualidades que só ela possui.
Se pudessem me ouvir, diria que não devem ter vergonha de dizer “eu te amo”, de abraçar seus amigos e pedir-lhes ajuda. Diria que reconhecer um erro não é um ato de covardia, mas de grandeza, e que o choro, assim como o ombro, foi feito para mulheres e homens.
Se pudessem me ouvir, diria que faltam aos relacionamentos afeto, intimidade, respeito e admiração. Defenderia que amar não é um erro, que devemos nos dedicar às pessoas enquanto as temos. Ainda diria que, se nos amássemos, desvendaríamos a essência do que é ser cristão. Foi o que Cristo disse: “Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros” (João 13:35)
Se pudessem me ouvir, diria aos jovens que o ódio é uma via de mão dupla, e que nunca devemos nos entristecer com a felicidade dos outros. Se pudessem me ouvir, diria aos jovens que desconfiassem dos caminhos fáceis, das vitórias repentinas e dos prazeres momentâneos. Acrescentaria que não devemos lançar nossos fundamentos sobre a aprovação das maiorias, pois as mãos que aplaudem são as mesmas que amanhã poderão apedrejar.
Se pudessem me ouvir, diria que o tempo é o bem mais precioso que temos. Então perguntaria com que o estão gastando.
Se pudessem me ouvir, diria aos jovens que temos que decidir se nossas vidas serão guiadas pelas circunstâncias ou pelas nossas prioridades. No próximo instante, indagaria quais são seus princípios, seus valores, seus nortes, apontando para o exemplo de Cristo.
Se pudessem me ouvir, afirmaria aos jovens que jamais olhem para a vida como vítimas, pois assim agem os que caem pelo caminho. Desafiaria a olhar o futuro de cabeça erguida e diria que olhassem para suas mãos, pois ali se encontram os pincéis com que pintaremos o quadro de nossa história.
Se pudessem me ouvir, diria aos jovens que eles não estão sozinhos na busca de seus sonhos, e que a esperança é sempre bela companheira.
Se pudessem me ouvir, diria aos jovens que um homem que se vende recebe muito mais do que vale. Clamaria que tivessem compromisso com sua própria consciência e que não envergonhassem a Deus com promessas vazias. Diria que nosso caráter deve ser firme e que os princípios do Cristianismo são inegociáveis.
Se pudessem me ouvir, diria aos jovens que não tenham medo de agir corretamente, ainda que sejam incompreendidos. Diria não podemos nos acovardar diante da injustiça e que nossa dignidade não pode estar à venda.
Se pudessem me ouvir, diria aos jovens que pensassem mais antes de agir, mas que quando o fizesse, exalassem paixão. Citaria o exemplo de Salomão que, podendo escolher dentre todos os bens, pediu a Deus sabedoria, e isso fez toda a diferença em sua vida.
Se pudessem me ouvir, revelaria aos jovens que, assim como estou diante de um espelho, eles também estão. Diria que todos os que olharem para dentro de si mesmos, descobrirão que temos um compromisso com a vida, com o amor, com as pessoas, com nossa geração e principalmente com Deus.

Edilson Holanda

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Poesia, pensamento ou outra coisa qualquer


O sorriso é a janela da alma?

Um olhar pode revelar um suspiro escondido?


Palavras não ditas giram dentro de mim e em um momento inesperado surgem para o mundo


Talvez em um sorriso

Ou talvez na falta dele

Talvez em um olhar

Ou talvez em não tentar olhar


Palavras gritadas me fazem chorar

Por mostrarem meus sentimentos

Ou por machucarem como espada o coração de quem me recebe com uma rosa


Lágrimas não choradas

Se perdem em minha alma

Cristalizam-se e criam uma fortaleza em volta dos sonhos!


Sonhos utópicos

Talvez arcaicos

Quem sabe infantis

Por outro lado irônicos

Mas sempre hiperbólicos

Loucos e secretos!


Sonhos esses que talvez se desfaçam

Ou quem sabe se perpetuem

Eternamente

Começando...


Quero começar com algumas perguntas -

Alguém se entende totalmente? Qual o objetivo da sua própria criação? Quer dizer, nunca passou pela cabeça de alguns de vocês, porque estão aqui, pra que foram criados, porque nasceram na família que nasceram?

Existem muitas teses e teorias pra essas perguntas, mas algum de vocês já conseguiu se responder de forma convincente?

O meu objetivo de vida é ajudar as pessoas sem tentar me tornar uma "santa", é tentar viver com minha razão e minha emoção em sintonia e de forma amigável, quero nunca deixar de ser humanista, quero continuar sentindo um aperto no peito quando vejo uma criança de rua.
Meu objetivo é aprender qual o melhor momento para calar e para falar, quando devo ser pacífica, quando devo me irar. Meu objetivo é nunca mudar meus princípios em detrimento do que acontece em minha volta.

Quero ser a melhor filha que Deus possa ter, mas sabendo que sou só filha e só posso sê-la graças a Jesus Cristo, meu Senhor e Salvador, Quem me protege do que nem sei, Quem me guarda e me sustenta e Quem me garante que eu não preciso responder a essas perguntas pra viver plenamente, não preciso saber tudo pra saber que eu existo e sou importante pra alguém, meu objetivo é apenas ser importante pra mais outros alguens.